Pequenos sítios, objectos perdidos, artefactos sem contexto. 3. O «ídolo cilíndrico» de Ervidel (Herdade da Cariola)
DOI:
https://doi.org/10.51679/ophiussa.2022.122Palabras clave:
3º milénio a.n.e, «ídolo cilíndrico», Herdade da Cariola (Ervidel, Portugal)Resumen
Com os seus respeitáveis 738,75 g, o ídolo cilíndrico gravado de Cariola (Ervidel, Aljustrel) não é o exemplar mais pesado que se conhece de entre a totalidade dos lisos e gravados. Mas é certo que, dos gravados, é um bom exemplo. Maiores, maiores, temos os da Península de Lisboa, Alapraia 3 incluída, todos não decorados. Mas do Alentejo profundo não. Até agora. As questões que se colocam logo à partida são de várias ordens: porquê as representações do cabelo, porquê os Olhos de Sol, porquê as tatuagens ou pinturas faciais. E, já agora, qual o sexo destas «figuras», se é que o têm. Procura‑se sacudir dúvidas, as respostas são mais difíceis de encontrar. Tal como se disse no capítulo respectivo do livro «Sítios, «Horizontes» e Artefactos», os vendedores de gordura de ofídeo que se encarreguem disso. Isto não é um Resumo, quem disse que era? Jorj X. McCie nunca disse que era. Nem os que sonham reinar numa Pérsia distante. Aqui e agora, estamos no 3.º milénio (a.n.e.)... talvez nos seus meados…ou na Terra Média…
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Derechos de autor 2022 Ophiussa. Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa

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