O sítio arqueológico de Alto do Castelo (Alpiarça). Revisão arqueológica e novas leituras não intrusivas
DOI:
https://doi.org/10.51679/ophiussa.2025.188Palavras-chave:
Alto do Castelo, LiDAR, geofísica, cultura materialResumo
Este artigo apresenta uma revisão arqueológica do sítio do Alto do Castelo (Alpiarça) e novas interpretações baseadas em levantamentos não intrusivos. O sítio tem sido objeto de estudo desde o início do século XX, principalmente devido à sua proximidade com necrópoles da Idade do Bronze. Investigações anteriores revelaram ocupações desde o Calcolítico até à época romana, com destaque para uma fortificação da Idade do Bronze Final e um possível acampamento militar romano republicano.
Os trabalhos recentes incluem a revisão de espólios arqueológicos e a aplicação de técnicas de deteção remota (LiDAR) e geofísica (magnetometria), que permitiram uma melhor compreensão da ocupação humana e da evolução do sítio ao longo do tempo. Os resultados confirmam a complexidade do sítio, com ocupações que vão desde a pré‑história até ao período medieval islâmico, e fornecem novas informações sobre as estruturas defensivas e a organização interna do sítio.
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